Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006
~ My tears turned into blood, I'm ready to surrender.
Oh, não. Nada de texto planejado e articulado dessa vez. Mal tenho conseguido pensar, quanto mais pensar em frases que façam sentido. Portanto já vou avisando: Leia por seu próprio risco. Não garanto entendimento. Nem explicações, por isso não as peça.
Não sei o que está acontecendo. Se é a decepção, a angústia, o cansaço, o medo... Mas alguma coisa tem me deixado sem reação. Eu tipo... parei. Não consigo fazer mais nada. Nem ao menos escolher uma música pra ouvir. Não sei o que fazer, o que falar, não sei nada! Parece que fui mandada à uma dimensão paralela, de onde eu vejo minha vida passar mas não consigo fazer nada. Simplesmente... Existo. Estática.
O que mesmo seria força de vontade? Isso tudo faz residir em mim uma angústia do tamanho do mundo.
Eu olho em volta e parece tudo tão vazio. Mas de alguma maneira, eu sei que não é assim: Tá tudo colorido e cheio de sentido. O vazio tá dentro de mim. Não há nem mesmo lágrimas para serem derramadas.
Meu Deus, que diabos está acontecendo? Cadê o MEU pensamento positivo e minha força?
Eu não reconheço mais meu mundo, as coisas têm mudado tanto. Eu deveria ter acompanhado essas mudanças? Ou eu que mudei demais pro mundo?
Eu sei que eu tô cansada. Cansada demais. De TUDO. Desse vazio que parece não poder ser completado, de não conseguir viver do meu jeito, de tanta cobrança, de tanta falta, de pensar demais e sentir de menos, de andar sobre uma linha tênue que me divide em duas.
Mas de que adianta falar que eu cansei se não há um lugar pra fugir?
Não sei o quão longe eu ainda posso ir. Não sei quanto "não sei" sou capaz de agüentar.
Pare o mundo, eu quero descer!
Isso já é meio antigo, mas foda-se.
Algumas coisas mudaram, outras nem tanto.
Aliás... Tem coisas que nunca mudam, né?
E acabava assim:
DESPERATE CRIES...
maybe these remains would make me live again.
postado por Emy às 10:40 PM
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|Sábado, Dezembro 31, 2005
Em uma noite qq, mas de inspiração excepcional, encontro-me com uma imensa vontade de escrever sobre e para vc. Talvez seja porque acabei de escrever mais um texto e sempre que escrevo, desejo que escrevesse tão absurdamente bem como vc. Talvez seja porque tenho pensando em mil e uma maneiras de te ajudar, sei lá... Apenas quero escrever pra vc.
Não sei se vc já percebeu, mas nós somos tão parecidas e eu sinto que de entendo tão bem... Camuflamos sentimentos, sofremos sozinhas por coisas que - na maioria das vezes - só nós sabemos, odiamos impotência com todas as nossas forças, nos deixamos em último lugar qnd o assunto é amigos... Ah, eu poderia citar trilhões de coisas, vc sabe. Mas é exatamente por vc saber que não há necessidade de citá-las.
O que eu queria que vc soubesse é que vc me dá uma força imensa! Sabe, aquela força que eu quero dar para os meus amigos, mas que nem sempre consigo, eu encontro em vc. E o mais incrível é que não é por nada que vc faz, é simplesmente pelo o que vc é. Eu te admiro tanto, Lika...
É mto importante pra mim ter uma amiga como vc, que é parecida DEMAIS cmg e que eu sinto, é uma das únicas pessoas que me entende de verdade.
Se todos conhecessem a Lailah que eu conheço... Ah, certos comentários patéticos nem seriam cogitados! Porque eu sei que atrás desse murinho, há uma das pessoas com mais sentimento que eu já conheci! Sua amizade não cansa, sabia? É tão viva e tão apaixonante e eu sei que mais da metade das pessoas vai ter uma amizade tão foda assim! Sinto tanto por elas...
É isso que eu queria dizer... Que vc me contagia com tua paixão, que é umas das pessoas mais importantes pra mim e que eu te admiro mto msm!
Obrigada por me deixar te conhecer e pela confiança depositada em mim :)
Queria ser demasiadamente exagerada, porque assim são meus sentimoes por você, mas sinto que não consegui me expressar tão bem como desejava.
Basta dizer que te amo? Espero que sim, pq é tudo que consigo dizer.
Te amo!
Happy new year everyone =]
postado por Emy às 7:49 PM
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|Terça-feira, Outubro 18, 2005
~ Sometimes I can't help but think that maybe I should go and get outta here.
O que fazer então, quando se sente que, pela primeira vez, vc não tem a mínima idéia do que fazer e de qual caminho seguir?
Onde buscar forças então, quando se percebe que nada à sua volta é suficiente?
Como tomar decisões então, quando se sabe que escolhas significam privações?
Poderia achar respostas aceitáveis para essas perguntas. Ou poderia ainda simplesmente ignorá-las, como a maiora faz e então, bem... Seguir em frente.
Seguir em frente? Para one? Para uma vida extremamente previsível, onde até os autos e baixos são banais?
O que seria vencer na vida? A resposta que eu obteria da maiora das pessoas seria: A conquista de um bom emprego - afinal, o trabalho dignifica o homem - e a formação de uma família digna, que é o que a sociedade valoriza e exige. Mas não. Isso não é vencer. É simplesmente uma conseqüência daquilo que sempre foi dito à vc, é resultado de costumes, idéias e valores que vc engoliu sem magistar ou sentir o gosto.
Não. Vencer, para mim, é conseguir ultrapassar o tédio diário, aceitando aquilo que não pode ser mudado e assim, achar sua paz de espiríto, por si só, independente de emprego ou qualquer bem material, ou ainda, qualquer relação pessoal.
Talvez seja por isso que eu tenho a impressão de que nunca vou 'vencer'. Não consigo entender ou ainda, aceitar, esse enorme vazio que não pode ser explicado, e pior, que parece não poder ser preenchido.
É preciso um estímulo para 'seguir em frente'. Estímulo que na maioria das vezes, consiste em uma recompensa. Mas depois de alcançada a tão desejada recompensa, a satisfação dá lugar a um novo vazio, um novo desejo, uma nova falta.
Todos esses desejos são meras tentativas de preender esse enorme vazio que nos cerca, causando uma certa realização pessoal.
Mas para que serve tudo isso? Eis que caimos em dois clichês: O primeiro refere-se à questões mais do que discutidas... O que é a vida? Seriam nossos esforços em vão?
E por último... Desenvolver pensamentos e argumentos sem chegar à nenhuma conclusão. E o que era uma tentativa de preencher o vazio, transforma-se em um vazio ainda maior, que angustia e sufoca.
I just know what this is, is a place to die from...
postado por Emy às 1:32 PM
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|Terça-feira, Setembro 13, 2005
~ What is right for a life that is losing, what is time, what is, what is?
[Ainda sobre tempo]
Tempo. Eis aqui uma coisa que me perturba e sobre a qual eu queria escrever algo mais definitvo há algum tempo.
Aprendi nas adoradas aulas de história que o tempo é uma conveção humana. Mas algum tempo atrás, conversando com o Niro, colocamos esta afirmação à prova.
Contar e utilizar o tempo seria um conveção humana, mas o tempo em si.. ah, o tempo sempre esteve lá.
Vivemos no tempo e do tempo. O tempo que cura feridas, estanca sangramentos mais profundos, que acompanha nosso crescimento, que mostra qm realmente somos, que guarda todas as lembranças do passado e que reserva todas as surpresas do futuro. O tempo que preserva e destrói os sonhos.
Citamos então, dois tipos de tempo: tempo passado - que sabe tudo sobre nós, onde estão todas as memórias mais importantes - e o tempo futuro - aquele que sempre parece distante e do qual esperamos boas surpresas.
Falta aqui o terceiro tipo de tempo: o tempo presente, o agora. Tempo esse que parece escorregar por entre nossas mãos, que esmaece e se via tão vazio como quando chegou até nós como "tempo futuro".
O tempo presente, o único que podemos mudar e fazê-lo melhor ou pior, é porém, o tempo mais perturbador, o tempo que impede e debilita. Quantas vezes vc já não se sentiu injustiçado pelo tempo? Quantas vezes não sentiu como se a ausência de tempo te deixasse impotente?
Mas responda-me: Se lhe fosse concedido tempo, você o faria valer à pena? Você saberia como aproveitá-lo? Se a resposta for afirmativa, eu diria que o que lhe falta é vontade, esforço, energia para fazer valer à pena, e não tempo.
24 horas. Parece tanto, mas é tão pouco. Ou seria, parece pouco mas é tanto?
postado por Emy às 5:28 PM
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|Quarta-feira, Agosto 24, 2005
~ Tickin' away the moments that make up a dull day.
Passamos dias em vão, construindo a cada momento uma vida cheia de nada.
Nos preparamos para algo que não sabemos o que é e aguardamos o tiro de partida, que é de onde deve começar o que chamamos de vida em si. A vida adulta, ou como quiserem chamar. Mas não seria isso um tremendo absurdo?! O que seria esse tiro de largada, por qual sinal estaríamos esperando?
O que mudaria uma vez que a vida tivesse começado? A resposta é simples: Nada. Não há nenhum sinal, não há ninguém que possa te guiar pelo caminho certo.
Abra seus olhos, a vida é agora: vá em frente, quebre a cara, se desiluda, aprenda.
Comecei a pensar sobre isso ouvindo Time, do Pink Floyd. Não foi uma reflexão mto interessante, mas escrevi qq coisa só pra atualizar isso aqui :P
Qq dia escrevo [ou tento^^] melhor e posto.
And you run and you run to catch up with the sun but it's sinking.
postado por Emy às 7:35 PM
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|Quarta-feira, Agosto 10, 2005
~ when the magic has gone...
Um sonho nasce de uma idéia, de um desejo profundo. Nós o criamos para termos uma perspectiva, um objetivo a ser atingido. Muitas vezes o guardamos só para nós, como um tesouro escondido que ao ser revelado surpreenderá a todos e provocará admiração. Em outros casos, declaramos tal sonho em alto e bom som, afinal, o temos como motivo de orgulho, de alegria e de ânimo.
De uma forma ou de outra, alimentamos o sonho com planos, cuidamos dele defendendo-o, passamos a viver para tal.
Mas em um certo momento, a eterna luz da esperança de apaga, o mundo se torna cada vez mais sombrio, a vida cada vez mais dura e os caminhos, que antes pareciam seguros e viáveis, agora fecham-se diante de vc.
O mesmo sonho que era fonte de forças, que servia de guia, torna-se então um pequeno ponto de luz fúnebre, que serve para nada senão trazer desespero e uma imensa vontade de desistir.
O que fazer então, quando tudo parece desmoronar sobre um sonho?
Qual caminho tomar quando sente-se no fundo do mais profundo buraco?
E a questão mais difícil de ser respondida...
O que fazer com o sonho que vc sabe, estará sempre lá, como um fantasma, assombrando o presente e o futuro com desejos do passado?
postado por Emy às 2:57 PM
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|Voltando com blog.
Mais uma tentativa de sair da superficialidade. Veremos no que dá...
Vlw Niro por emprestar o login! XD
~ Vacant, Dream Theater
Oh Lord
Helpless
Confused
Head swayed
Eyes glazed
And mine teared
postado por Emy às 1:49 PM
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[as I am]
Emely B. Dal Castel, tbm conhecida como Emy Sammet. 16 anos, Toledo-PR.
Heavy Metal is the law!
Bandas: AC/DC, Angra, Avantasia, Anathema, Aerosmith, After Forever, Aquaria, Bon Jovi, Blind Guardian, Beatles,
Blackmore's Night, Burning in Hell, Coldplay, Children of Bodom, Creed, David Bowie, Dream Theater, Doro Pesch, Dr. Sin,
EDGUY, Evergrey, Evanescence, Epica, Forty Deuce, GUNS N' FUCKIN' ROSES, HIM, Helloween, Journey, Kamelot, LA Guns, Megadeth, MÖTLEY CRÜE, Nightwish,
Nine Inch Nails, Opeth, Ozzy Osbourne, Pink Floyd, Placebo, Poison, RICHIE KOTZEN, Rising Angels, Rhapsody, Scorpions, Shaaman,
Strokes, Skid Row, Sonata Arctica, Tesla, Theatre of Tragedy, Tuatha de Dannan, Velvet Revolver, Van Halen, Within Temptation.
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